Daniel Nogueira de Lima

[CESP 006]-desenho-narativo-cidade

Provavelmente o primeiro desenho que faço representando a cidade. São dez folhas e em cada uma delas coloca um momento de uma historia, é como se fosse uma historia em quadrinho que tem um quadro por páguina. Na primeira capa que é esta, que dei o titulo de CESP 001 é onde se encontra o nome da historia: “CESP 1987″. Neste ano, estava com 10 anos e este é um dos motivos que me impressionei com este desenho, hoje em 2011 mostro ele pensando como um trabalho que realizei bem novo. É um desenho feito a lapis numero 2, em folhas A4 e com canetinha. O que me lembro é ver o predio pegar fogo na telivisão e logo depois ser implodido, fiquei impressionado ( com certeza esta não é a melhor palavra mas seria algo por ai, mas sem tanta pompa). Em minha memória acho, tenho a lembraça de ter sido uma historia repercursão de tragédia, e apesar disto lembro que fiquei muito contente de desenahr esta historia. Porque relamente tinha ficado assustado, mas desenhava com animacão e adrenalina. Era em uma mesa de centro em uma sala que entrava muita luz pelas janelas largas. Uma mesa de frete para a TV. E é engraçado que após uns anos na faculdade que encontro estes desenhos, e encontro neles a cor vermelha e amarela representando o fogo e o cinza a arquitetura do prédio.

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[SEJA BEM VINDO]

“O que está claro é que não há escapatória para o artista não-figurativo; ele tem que permanecer dentro de seu campo e, como conseqüência, caminhar em direção da sua arte. Esta conseqüência nos leva, num futuro talvez remoto, em direção ao fim da arte como uma coisa separada do ambiente que nos circunda, o qual é a própria realidade plástica presente. Mas, este fim é ao mesmo tempo um novo começo. A arte não apenas continuará, mas realizar-se-a mais e mais pela utilização da arquitetura, escultura, e pintura, uma nova realidade plástica será criada. A pintura e a escultura não se manifestarão como objetos separados, nem em forma de “arte muralista” ou “arte aplicadora”, mas sendo puramente construtivas, ajudarão na criação de ambiente não meramente utilitário, mas também puro e completo em sua beleza.”

Mondrian. Retirado da página 17 do livro de Hélio Oiticica – ASPIRO AO GRANDE LABIRINTO.